terça-feira, 13 de dezembro de 2011

Autor Mágico


Várias vezes, ao ler um livro, eu senti como se o autor pudesse me observar, ver as minhas reações ao ler suas palavras, saber o que eu sinto, o que eu penso. Era como se um pedacinho do autor estivesse em cada exemplar de seus livros, e ele pudesse nos observar, nos conhecer.  Seria uma troca justa, porque eu vejo um pouco dele, mas ele não vê nada de mim, simplesmente não me conhece. E muitas vezes eu gostaria que houvesse essa troca.
Isso só mudou quando eu li o livro publicado do meu ex-professor, Leôncio Benedito de Souza.  Às vezes, ao mudar de página, eu me deparava com a foto dele na orelha do livro, e me lembrava dessa sensação. E era muito estranho porque eu o conheço e ele me conhece. Quer dizer, ele existe, é real, ele é uma pessoa, assim como eu... mas com um livro publicado.
E eu pensava “Eu sei que ele não está me vendo. Não pode estar em vários lugares ao mesmo tempo. Ele tem uma vida, e neste exato momento pode estar em qualquer lugar, longe daqui”

terça-feira, 6 de dezembro de 2011

Eu tenho o texto todo (ou quase todo) pronto na cabeça. Começo a escrever e as palavras somem. É horrível, isso é frustrante!

domingo, 27 de novembro de 2011

Você me faz tremer de raiva. As lágrimas queimam e eu grito em silêncio, mas deixo escapar um ruído, perdendo o controle.

sexta-feira, 7 de outubro de 2011

Chocolate e Sweeney Todd


Eu estava vendo o filme Chocolate, na cena em que eles estão no rio e o barco pega fogo, quando meu pai chegou em casa e perguntou o que eu estava vendo.
“Chocolate” eu respondi.
- Eu tô vendo é água, não é chocolate.
- O nome do filme é Chocolate.
Depois que o filme acabou eu coloquei nos Extras e comecei a ver as entrevistas. Eu não tenho culpa se a primeira entrevista era com o Johnny Depp. Meu pai falou:
- Eu não aguento mais ver esse cara. (Não odeiem meu pai, por favor)
- Mas por quê? – eu perguntei.
- Por sua causa, lógico.
- Ah, mas eu nem tô mais vendo Sweeney Todd. Hoje eu queria ver Sweeney Todd, mas aí eu coloquei chocolate.
E meu pai:
- Todd, Chocolate... não é tudo a mesma coisa?

terça-feira, 13 de setembro de 2011

Padre do Capeta! Jesus!


Dias atrás eu estava vendo A Garota da Capa Vermelha com a Keyte. Eu queria ver esse filme desde antes da estreia, porque eu gostei do trailer, gostei da história. Mas devo confessar que o principal motivo foi, provavelmente, o Gary Oldman. Eu só o conhecia como Sirius Black, e precisava ver outro filme com ele.
Nesse ele faz um padre, muito bonito, diga-se de passagem. (“Keeeyte, ele tá lindo de padre.”) Um padre não muito comum, devo dizer.  Para começar, quando ele sai da carruagem, saem duas crianças correndo atrás dele chamando-o de pai. Eu já comecei a rir. Nada contra, acho que ele tem todo o direito. Só é incomum.
Então, ao longo do filme eu já havia dito “Esse padre é do mal”, e “Esse padre não é muito católico.”, e chamei-o também de ditador. Mas quando ele enfiou a faca em um homem pela 2° vez eu não aguentei, e soltei a pérola que dá nome a esse texto: “Padre do Capeta! Jesus!”
E logo após dizer essas palavras eu fiquei... digamos, absorta, confusa pelo que eu havia dito. Minha prima também percebeu e, depois de um momento, falou:
- Você misturou agora três coisas...
- Eu sei, eu percebi o que eu disse.
-... numa só frase.
- Eh, minha frase foi tensa. Às vezes eu tenho medo de mim, sério.
E então eu me levantei e voltei alguns segundos do filme para ver o que eu tinha perdido por causa do meu jeito... um tanto quanto peculiar de xingar. 

quarta-feira, 17 de agosto de 2011


Estou indo ver La Vie En Rose??? da Cia de Danças de Diadema
pela 6° vez
Estou indo ver La Vie En Rose??? da Cia de Danças de Diadema
pela 6° vez

Aos ignorantes: Arte não é lixo. Mas lixo pode virar arte.

Aos ignorantes também: ser ignorante significa não saber, não entender do assunto. Então, se você não conhece, não critique, não julgue, por favor.

quinta-feira, 21 de julho de 2011

Belo nome

Meu pai me disse que me mostrou no orkut para um amigo dele, e o amigo gostou do meu nome.
- Nome invocado ela tem.
Meu pai: - É, 'Rocha' é meu e 'Bovary de Bergerac' é da mãe.
Eu não sei se o amigo acreditou, mas depois meu pai disse:
- Não, tô zuando, isso aí é da França.
- Da França?! Tu me disse que era baiano, pô!

segunda-feira, 11 de julho de 2011

Frases
“- Eu não vou correr atrás dela. Deixe-a lá, com os problemas dela. Ela tá mais infantil que você. Eu to cansada de criança.”
E você acha que eu não ouvi isso.
Infantil? É isso mesmo que você acha? Quem será que está sendo infantil?
Se eu fosse infantil eu gritaria na sua cara tudo que tá me incomodando, tudo que está entalado aqui. Se eu fosse infantil eu bateria o pé até conseguir tudo o que eu quero. E você não aguentaria, e iria embora.
Se eu fosse infantil… se eu fosse infantil… eu seria mais feliz.

sexta-feira, 8 de julho de 2011

Hoje, depois de muito tempo, meu pai tirou meu cobertor para eu acordar.
-Ahhhh, não faz isso! - ele colocou de volta.
-Pra lhe quebrar o galho, eu vou tirar um por vez.
Ele tirou o de cima, e eu agarrei o de baixo. Ele tirou o de baixo e eu me encolhi toda.
-Pra você ter uma ideia hoje tem até sol lá fora.
-Mas não tem sol no meu quarto!
O argumento foi inválido, e eu me levantei em 1 ou 2 minutos. Vesti uma blusa de frio e fui deitar no sofá gelado, e ainda peguei o blazer dele pra embrulhar. :]

quarta-feira, 15 de junho de 2011

Agora há pouco um amigo me perguntou na sala "Quem é Cátia". Eu fiquei pensando "O que ele ouviu/leu? Como ele sabe da Cátia?". Eu perguntei "qual Cátia? Por quê?"
- Eu tava lendo seu blog e tinha uma tal de Cátia...
- Eu escrevi alguma coisa com a Cátia, mas...
- Era algum nome com K
- Keyte.
- Isso.
- É minha prima.
- Ah, pensei que fosse sua amiga imaginária.
Caramba. Tudo bem que nossas conversas são estranhas, mas é pra tanto?
Mas eu não me ofendi, na verdade, eu explodi em risos. Eh, depois dessa, foi difícil controlar.

sexta-feira, 10 de junho de 2011

Somos extremamente diferentes. Pólos opostos. Você não conhece a minha profundidade. E a última coisa que eu quero na minha vida é ser igual a você. Mas você me mudou. Eu não queira, mas mudou. Eu não fico feliz em dizer, mas parte do que eu sou é por sua causa.

quarta-feira, 8 de junho de 2011

Será que alguém sentiu minha falta no blog?

Eu senti falta de escrever aqui, porque eu amo tanto esse blog, tudo aqui eu fiz com tanto carinho, cada detalhe. E estou tão feliz por voltar a escrever no meu blog. Tá, os textos estão tristes - e tem mais, que eu ainda não postei. Mas os momentos tristes são os mais me inspiram, e incentivam a escrever. Preciso escrever para não sufocar.
E outra, eu confesso que estou carente de comentários (esse é um dos motivos pelos quais eu me afastei, e, bom, eu estou em uma relação séria com o Tumblr.) Quer dizer, eu vejo as Estatísticas, e vejo que ainda tem pessoas vendo meu blog, mas eu não sei o que elas pensam do eu escrevo. Eu quero a opinião de vocês, caros leitores (ainda que poucos, mas tudo bem, eu não sou uma gênia) E, na verdade, a maioria dos comentários foram de pessoas que eu conheço.
Olha, eu aceito críticas também, tá? (rs, tô apelando) Mas, enfim, sintam-se à vontade.
Você pode fazer da minha vida um inferno, mas me rendeu alguns textos e umas boas frases.

Sectumsempra

You got it. You made me wish to reward you for all my tears, with Sectumsempra. Do you know what it is? No, you don’t. I had never felt so vindictive. You arouse the worst in me. 
image
See this? You get me worse than that. It’s not my body. You hurt my soul, break my heart, stain my spiritCrucio is not enough for it. You have to bleed, like I cried, because of you.
I don’t know if I want you dead, or alive to torture for your sins. Because nothing is how it has to be. Everything is so wrong. I don’t belong you. And you don’t belong me.
But no, I don’t want you to die. You couldn’t have changed me at this level. I Just want our ways to separate FOREVER. I just want to look at you and only feel shame for the poor soul and hopeless life you have.
I’m not what you make of me. That’s the reason I suffer a lot. I’m an iceberg for you, but you don’t know well not even the top of the surface. You don’t know 1% of me.
You know what? You don’t have any clue of how many tears I shed. And you never will.

Ps: Eu escrevi esse texto em inglês de propósito. Revisei e escolhi as palavras com cuidado. E eu não vou traduzir, sinto muito.

terça-feira, 7 de junho de 2011

Eu já chorei à noite, atormentada por uma história. Querendo entrar nela, mudá-la, fazer as coisas de um modo diferente. Mas se fosse diferente, não haveria história. Se não fosse triste, não haveria história. E eu não a conheceria, não sofreria, não amaria. Se o amor fosse possível, ele não existiria.

quinta-feira, 5 de maio de 2011


Lar...
E nós estamos juntos
E vamos fazer maravilhas,
Não vamos?

Música: My Friens - Johnny Depp e Helena Bonham Carter (no filme Sweeney Todd - O barbeiro demoníaco da rua Fleet)


Imagem: Accio Ócio!

segunda-feira, 2 de maio de 2011

Chorei como se tivesse perdido alguém de minha própria família, ou até perdido a mim mesma... Ou pior: me encontrado.


Karol Rocha

domingo, 24 de abril de 2011

Conversa típica entre mim e a Keyte

"Karol, você não é normal."
"Sou, sim."
"Não, não é."
"Eu não sou e não quero ser, mas isso também é normal."
"Isso sim!"

quarta-feira, 20 de abril de 2011

Ameaça constante

A Keyte se irritou com algo que eu disse ou fiz, não me lembro.
"Karol, eu já disse que vou te matar hoje?"
Eu respondi "Não. Hoje não."
"Hoje não?"

Depois eu perguntei "Quantas vezes você vai me matar depois de Relíquias da Morte parte II?"
Ela suspirou e disse "Olha... Você vai ter que ter disposição"

segunda-feira, 18 de abril de 2011

Nome: William Shakespeare
Função: Matar todo mundo no final da peça.
Se os personagens principais não morreram é porque alguma coisa deu errado.

sexta-feira, 15 de abril de 2011

Funkeiro deve ser uma das profissões mais fáceis que existe.


Não precisa ter estudo, tão pouco o conhecimento da Língua Portuguesa (ou Brasileira, como preferirem). Não precisa ser bonito, nem mesmo ter uma boa voz, afinal, por que cantor tem que ter uma boa voz?
É só “cantar” um monte de merda com “um pouco” de pornografia, e colocar uma batida, às vezes com pedaços de outras músicas, porque, afinal, não precisa de criatividade, muito menos o mínimo de conhecimento sobre MÚSICA.
Sinceramente, eu não chamo isso de música, eu chamo de barulho, simplesmente, e ainda pra ser muito gentil.

quinta-feira, 7 de abril de 2011

Minhas Outras Pessoas

Sou minha própria platéia
de minhas próprias palavras,
com elas plasmo as ideias
nos plágios de minha lavra.

São plágios da vida e além
da vida que vejo em mim
nesses momentos. Porém,
só nesses sinto-me assim.

Se escrevo minhas palavras
como se não fossem minhas,
e as minhas como se de outras (pessoas),
quem serei não adivinhas.

Se nem eu consigo ver-me
no que escrevo! Hei-me inerme...

Tom Zumac

terça-feira, 29 de março de 2011

quinta-feira, 24 de março de 2011

"Senhor, sou contra tudo o que vossa senhoria disse, mas defenderei até a morte o seu direito de dizê-lo."

- Voltaire
Trabalho de Literatura sobre Iluminismo. Cansativo, mas interessante.

quarta-feira, 23 de março de 2011

O sonho ridículo da minha prima

Minha prima me contou um sonho que, pelo amor de Deus, bizarríssimo.

Como não fui eu que sonhei, eu posso não saber de alguma coisa, mas eu vou contar, do meu jeito, o que ela me falou.
Eu disse para ela escrever e colocar no blog, senão eu contaria e seria pior pra ela, mas ela não fez isso, então...

Há sonhos que podem parecer reais, mas há sonhos que simplesmente não podem ser reais.
Ela sonhou que estava sendo perseguida. Até aí tudo bem... Mas ela teve a coragem de me falar, de falar para alguém, que quem a estava perseguindo era, ninguém mais, ninguém menos do que, A Feiticeira Branca, isso mesmo, das Crônicas de Nárnia.
E não para por aí... a Feiticeira Branca estava por aqui, andando pela cidade, perseguindo a minha prima, que não é uma dos quatro Reis e Rainhas de Nárnia, que não tem nada de especial (ops, brincadeira), de trenó.
Sim, ela estava por aí, toda branca, andando pelo asfalto de trenó. E o melhor da história: as renas. O que puxava o trenó não eram renas, eram burros! Adorei, sério, eu ri quando ela me contou.
Os anões, que servem a Feiticeira também são uma boa parte. Eram dois dos nossos tios, que são altos, e simplesmente viraram anões no sonho dela. Vai entender...

Por fim, ela estava se escondendo da Feiticeira e tinha que ficar em algum lugar, precisava de ajuda. Adivinha quem a escondeu? Eu, é claro. Tinha que ter eu nessa história, né. Ela teve a cara de pau de me colocar nesse sonho. Disse-me que eu a escondi na minha casa, atrás do sofá.
Mas os sofás na minha sala ficam encostados na parede, então para entrar atrás do sofá seria preciso afastá-lo. Ou seja, se a feiticeira Branca entrasse na minha casa, procurando pela minha prima, que estava atrás do sofá, seria superfácil encontrá-la.
Agora vamos procurar num livro sobre os significados dos sonhos e ver o que isso significa... Até parece que isso quer dizer algum coisa, um sonho inútil desse.
(voz de Sibila Trelawney)”Você está correndo grande perigo... Pessoas da sua família vão se voltar para o Mal...”

Ah, sim, esqueci. Ela comentou esse sonho até com meu pai e ele respondeu “Esse é o tipo de sonho que todo mundo tem, mas a gente não costuma contar, não.”

segunda-feira, 21 de março de 2011

Leitores da minha vida, estamos aqui reunidos esta tarde para comunicar-lhes que eu fiz um novo site. Agora eu tenho também um Tumblr (olha só, eu conheço o Tumblr desde quando eu nem sabia o que era Tumblr, não é porque estou seguindo nenhuma modinha).
O nome do meu Tumblr é Accio Ócio!

terça-feira, 15 de março de 2011

Caso Encerrado: A arte do ilusionismo

Caso Encerrado: A arte do ilusionismo: "A Felicidade é um dom. E pronto. Se você não foi agraciado com ele, desista de tentar alcançá-la. Não acredite em nada do que as pesso..."


Quando eu era garotinha, eu queria ser uma fada depois de ser uma princesa. Finalmente, como isso era impossível, eu decidi que queria SER UMA ATRIZ. - Emma Watson

segunda-feira, 14 de março de 2011


Meu cérebro é egoísta. Ele não pensa em mim. Ele idealiza uma Karol com os mesmos desejos que eu, mas sem as minhas limitações e obrigações. E pensa quando quer.

Pensamento Contínuo


Meu fluxo de pensamentos é perverso. Quando eu passo muito tempo sem postar no blog, e quero escrever alguma coisa, não vem nada.
Agora, que eu simplesmente  não posso ficar escrevendo, porque tenho muita coisa para estudar, é que a inspiração vem. (Maldita!)

Eu passei o domingo fazendo lição de Geografia e depois copiei a pesquisa de Português sobre Surrealismo no caderno, porque a porcaria da minha impressora não funciona. Ou funciona, e é a porcaria do computador que não aceita. E como eu não tenho a porcaria da internet na minha casa, eu nem posso postar esse texto agora, direto no Blogger.
Eu não estou com raiva, falando esse monte de porcaria, só estou preocupada. São mais de 3 horas da manhã e eu estou aqui, pensando, pensando... E mais uma vez, como em outras noites, eu tive que me levantar da cama para pegar o caderno e escrever.
Mas por que eu estou escrevendo? Isso não é nada. Na verdade, é porque eu gostei do começo “Meu fluxo de pensamentos é perverso...” O que eu queria postar se resume aos dois primeiros parágrafos, mas como eu continuo pensando...

Eu tenho uns textos já escritos para postar e outros que ainda quero escrever. E se eu não escrever logo eu vou acabar esquecendo. Mas eu estou sem tempo! Só de Geografia tem que fazer o resumo do capítulo 15, do texto sobre São Paulo, copiar 5 letras de músicas sobre cidades (à mão) no caderno, escolher 2 delas e fazer dois textos de no mínimo 30 linhas cada relacionando a música com o texto sobre São Paulo.
Será que eu poso escrever sobre a peça Simplesmente Eu – Clarice Lispector, que é o que eu estou querendo?!

Ainda por cima eu não terminei de ler a parte de Conhecimentos Específicos da apostila do concurso público que eu prestar, que pretendia ter acabado neste domingo. Ainda falta Direito Administrativa, Regimento Interno, terminar Direito Processual Penal.
Eu pretendia ler o mais rápido possível para depois, já acostumada com a linguagem, reler estudando. Porque eu não entendo nada de Direito. O que eu aprendi se resume a 1 página. Tá, é mentira. Se eu ler direito eu entendo muito mais do que isso. Mas se me perguntar agora eu não lembro um artigo completo. Eu lembro que o artigo 5° aparece bastante, e lembro que é importante, mas nesse momento eu não lembro por quê. (Qual é, agora são 4 da manhã)
Até que tem coisas interessantes em Direito, mas ler isso em tão pouco tempo é cansativo.
Eu tenho que terminar essa semana e correr contra o tempo para reler e estudar de verdade. A prova será no dia 27 de março, ou seja, dois dias depois do meu aniversário, ô delícia. – E ainda por cima o 30 Seconds to Mars vai vir tocar em São Paulo nesse mesmo dia, inferno! Custava vir no dia 25 de março? Seria um ótimo presente de aniversário.
Mesmo assim eu não devo me arrepender. Por que deveria? Eu só estou buscando conhecimento e um emprego. E se eu não passar nesse (o que é mais do que óbvio), vai ficar mais fácil pra passar em outro. E se eu não passar também, que seja, pelo menos eu conheci umas “palavrinhas” novas. Sério, tem muitas palavras para procurar no dicionário. - Com certeza, o meu velho e estragado Aurélio não vai dar conta de tudo. -
Eu recomendo estudar Direito pra quem quer aumentar o vocabulário.
Agora eu tenho que parar, porque tenho que acordar daqui a menos de 2 horas. Coloquei 5 alarmes no celular. Vamos ver se eu acordo. – Sinceramente, eu duvido. Minha cabeça está pesada.

p.s.: minhas olheiras já são permanentes, não tenho esperança de me livrar delas tão cedo. Falando em olhos, eu preciso de um lápis de olho decente.

domingo, 13 de março de 2011

Os escritores são cruéis. Eles nos fazem amar... e matam.
E eu sou o que, se eu gostaria de ter esse talento?

"Um nome para o que sou? Importa muito pouco, importa o que eu gostaria de ser." - Clarice Lispector

sexta-feira, 11 de março de 2011

As melhores últimas frases

(ESSE POST PODE CONTER SPOILER, pense bem antes de ler. Eu avisei.)
Vou fazer agora algo que vai totalmente contra os meus princípios literários: contar o final de um livro. Mas o que me consola é que eu não vou contar o final da história. Uma coisa é como o livro acaba – com quais palavras -, outra é contar o que acontece – eles acabam assim, tal personagem faz tal coisa ou fulano morre - isso eu não faço.
Só a terceira é que pode dar um dica.


1. “UMA ÚLTIMA NOTA DE SUA NARRADORA
Os seres humanos me assombram.”

Livro: A Menina Que Roubava Livros
Detalhe: é a Morte “em pessoa” que conta a história – eu pensava que os humanos é que tinham medo da morte.


2. Livro: Eu Sou O Mensageiro
Frase: “Eu não sou o mensageiro. Eu sou a mensagem”

(Pensando se eu devo dizer qual é a mensagem... Não, não vou dizer. Não agora. É bom deixar alguém curioso, tomara que eu consiga.)


3. “Soube então que dedicaria cada minuto que tivéssemos juntos a fazê-la feliz, a reparar o mal que lhe causei e a devolver o que não tinha sabido lhe dar. Essas páginas serão nossa memória, até que seu último suspiro se apague em meus braços e eu a acompanhe mar adentro, onde nasce a corrente, para mergulhar com ela para sempre e poder, enfim, fugir para um lugar onde nem o céu nem o inferno possam nos encontrar, jamais.”



E o bom dessa é que não acaba, a história não tem um fim, e eu imagino o vem depois.
Eu sou o mensageiro também tem muito isso, só que é mais evidente, no final. É muito claro que não vai acabar. Acho que os melhores livros são assim. Os melhores livros não tem fim.

O começo desses livros também são ótimos, mas depois eu conto, afinal, quem liga para o começo? Por que o começo vem antes do final? Aliás, eu gosto muito de histórias que começam com o final.

Caso Encerrado: seres?

Caso Encerrado: seres?: "A humanidade é desumana, as pessoas já não ligam nem se preocupam com as outras, não querem mais saber dos pensamentos e sentimentos d..."

quinta-feira, 10 de março de 2011

Eu já nem me lembro mais quando foi a última vez que eu não te odiei...

Ou melhor, lembro sim... foi há muito tempo atrás... Tanto, que parece que foi em outra vida. Porque eu ainda não era eu. Mas você ainda era você.
Não quero dizer que você não seja mais você. Mas agora, você simplesmente... não é.

quarta-feira, 9 de março de 2011

Verdades não ditas

Por que eu não tenho a coragem de entregar uma folha de papel? É só um pedaço de papel. Mas com as palavras mais duras. Insuportáveis, eu diria. Isso destruiria nossas vidas? Ou elas já estão destruidas e nós que não vemos? E continuamos nos machucando.
Uma simples folha de papel deixaria tudo quebrado entre nós. Quebraria a mentira. Quebraria a parede que oculta a verdade. E o teto cairia sobre as nossas cabeças. Mas não seriam só as nossas cabeças.
Eu deveria ser honesta? Ou isso seria muita bondade? Não, a honestidade pode ser a maneira mais cruel de destruir uma pessoa. Mas os cacos choveriam sobre mim também. E eu posso ser egoísta.

sábado, 5 de março de 2011

Caso Encerrado: "Desabafo"

Caso Encerrado: "Desabafo": "Choro, penso, me calo, escuto e em meio a tudo, eu choro.. Aprendi a me calar quando o outro fala, aprendi a dormir diante de uma tristeza e..."

Just because I'm not you

Por mais que eu não saiba nadar, eu não vou morrer na praia, olhando para o nada, esperando, feito uma planta, que tudo caia nas minhas mãos. Assim como você faz. Eu vou correr atrás dos meus sonhos, porque os sonhos valem mais do que nada. E valem mais do que você.

sexta-feira, 4 de março de 2011

Shit

Quando eu penso que você já fez e falou todas as merdas, você me vem com uma nova modalidade de inutilidade depreciativa. Coisas que deveriam simplesmente serem jogadas na privada, e depois dar a descarga.
E nem sempre eu consigo ouvir tudo isso sem alguma emoção. E me calar. Isso me dá indigestão.
Mas, meus parabéns, você ainda tem o dom de me fazer arranhar novamente as cicatrizes e chorar as mesmas lágrimas. Então aproveite, porque esse é o único dom que você tem. E isso não vai durar para sempre, eu prometo.
E, obrigada, você me fez escrever o texto mais sujo que eu já escrevi. Eu estou com nojo.

O que eu realmente queria dizer a uma certa pessoa

Sabe o que eu acho? Que ou você me detesta ou tem inveja de mim, ou os dois. Inveja porque eu tô fazendo algo com a minha vida e você não. Parece que não quer que eu seja feliz.
Não quer que eu consiga porque não quer me ver longe de você, ou porque não quer que eu seja melhor que você, que saia anos-luz na sua frente? Porque é isso que vai acontecer, mais cedo ou mais tarde.
Até parece que eu tirei a vida que você poderia ter tido sem mim. O que você teria feito? Seria tudo diferente, não é? Você se arrepende?

(Obs: eu reduzi o texto)

quinta-feira, 3 de março de 2011

J. Killer



A Keyte estava lendo “A Ordem da Fênix” e comentou comigo que se emocionou quando o Lupin aparece (eu amo o Lupin e eu também me emocionei).
Depois, conversa vai, lembrança vem, e sabendo o que acontece no final desse, do sexto e do sétimo, ela disse que a J. K. deveria ser presa, por matar tanta gente. É claro que eu achei um absurdo, mas faz sentido, e não pude me impedir de rir. Eu respondi “Tanta gente boa, né.” Ela completou “não é à toa que o apelido dela é J. Killer.”
Depois de um momento em silêncio, eu pensei em voz alta “A mãe dela devia ser uma grande mulher.” Disse isso porque, em entrevista à Oprah Winfrey, J. K. disse que não é exagero dizer que se a mãe dela não tivesse morrido, Harry Potter não seria a mesma coisa, que a morte dela está em uma ou outra página de Harry Potter. Eu acho que ela mentiu – está em muitas.
Em resposta ao meu pensamento a Keyte falou, com uma inegável pontada de raiva na voz “Tinha que ser mesmo, pra ela matar tanta gente!”

sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011

sábado, 5 de fevereiro de 2011

Caso Encerrado: Estava pensando, por que não continuar? Afinal  qu...

Caso Encerrado: Estava pensando, por que não continuar? Afinal qu...: "Estava pensando, por que não continuar? Afinal quando digo 'caso encerrado' é só maneira de dizer, não precisa necessariamente levar a..."

-Novo blog da Fran, onde eu e outras pessoas também vão escrever. Dêem uma olhada.

segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

Aleatório

Hoje eu estava ouvindo música no aleatório no computador. Eu gosto de ouvir música no aleatório para perceber os diferentes (às vezes beeem diferentes) tipos de música que eu gosto. E o engraçado é que vêm as combinações mais bizarras.
Por exemplo, depois de uma música do Rammstein vem uma do Beirut, ou da Lily Allen. Ou quem sabe eu ouça uma música da Carla bruni e depois venha uma do Linkin Park; ou está tocando uma do Green Day e depois uma da Kate Nash, ou Feist, ou Katy Perry, e depois 30 Seconds to Mars ou Arctic Monkeys, ou Panic At The Disco... São inúmeras.
Hoje aconteceu que eu ouvi a música Air do Hans Zimmer, uma música instrumental linda de mais de 9 minutos, da trilha sonora do filme Anjos e Demônios. E depois dela o que veio?... Alguém adivinha?...
Nada mais, nada menos do que Lady Gaga, com a música Love Game, é claro! Porque Lady Gaga e Hans Zimmer tem tudo a ver. Lady Gaga é quase música clássica...
Eu não agüentei, tive crise de riso. E o pior é que eu ainda ouvi Love Game inteira. (Ah, fazia tempo que eu não ouvia essa.) E depois veio o quê? Beirut, lógico! A música era Guyamas Sonora, que eu amo. E depois veio My Chemical Romance... Então, né...
Agora pouco tocou Audioslave – Like a Stone, e depois Ana Carolina – Armazém (riso), e Blink 182 com All The Small Things! Depois de Ana Carolina, ANA CAROLINA, vem Blink 182 com ALL THE SMALL THINGS!, que ridículo! (nova crise de riso)
Enfim...
Agora eu acabo esse texto ouvindo Muse – Feeling Good.
Não, acabou, agora tá tocando Katy Perry – Teenage Dream.

Ps: Se você não conhece os artistas ou músicas que eu falei, não se preocupe, você é normal. Hhm, não que eu não seja...

Heloise e o Gandula

Ontem eu e minha prima Keyte finalmente tomamos vergonha na cara e fomos pra rua, depois de muito tempo, para brincar com a Heloise (minha bola de vôlei).
Eu estava animada, jogando, zoando com ela quando ela não pegava a bola, quando chegou um menininho... muito fofo, bonitinho, muito gentil que pegava a bola pra gente e deixava a gente muito feliz...
Mentira! Um garotinho irritante que pegava a bola e ficava querendo jogar, enchendo o saco, e ainda chutou a bola pra mim de longe quando eu falei para não chutar – eu não gosto que chute porque é bola de vôlei, e não de futebol.
Ele tava andando de bicicleta, parou e ficou pedindo pra gente jogar pra ele, nenhuma de nós jogou, é claro. Então ele voltou a andar de bicicleta e passava toda hora perguntando quem tava ganhando – nós não estávamos competindo, nem contando pontos, só jogando. E ainda falou “quando acabar sou eu”. Aham, tá. Agora senta lá.
A Keyte perguntou “quem tá mais irritada, eu ou você?”, eu falei “eu não to irritada”, fazia tempo que eu não jogava e eu queria me divertir.
Ele ficou passando com a bicicleta entre a gente, e ficou parado no meio.
Ele ainda teve a pachorra (nem sei que diabo é isso) de encostar a bicicleta em mim como se me atropelasse. Eu falei, sem me importar muito, que ele era um péssimo ciclista. Ele achou que eu o estava xingando e entendeu “besta”, eu falei “ciclista”, ele nem sabia o que era, eu falei “esquece” ele respondeu “esquece você”.
Ah, eu mereço...
Teve um momento em que eu falei “Keyte, eu ou você?”, a pergunta na verdade era – eu ou você que vai dar uma bolada “sem querer” nele? Mas dar bolada nos outros “sem querer” é difícil e nós não levamos isso a sério, pena.

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

Diferença
Cada detalhe faz diferença
E o fato
É que o fato não existe

Karol Rocha

sábado, 8 de janeiro de 2011

Só mais um sonho bizarro

No filme Crepúsculo a Stephenie Meyer, autora da série, fez figuração no próprio filme, na cena da lanchonete. Eu sonhei que ela estava em outra cena como figurante, mas o cenário não tinha nada a ver com Crepúsculo, e ela estava aparecendo demais para uma figurante, com vestido e cabelos longos e bonitos. Eu fiquei curiosa e observei. Sim, eu estava na cena - é óbvio, o sonho é meu!
Eu tinha ido ao Shopping (mas parecia uma mistura de Shopping com rodoviária) encontrar uma amiga, e a Meyer estava lá, parecendo estar procurando alguém. Mesmo com uma roupa diferente as pessoas ao redor pareciam nem notá-la, era como se só eu a visse, assistindo ao filme sozinha em casa.
Ela esperou e eu observei. De repente apareceu um homem (provavelmente um mago) que era uma mistura do professor do Caspian, do filme As Crônicas de Nárnia - Príncipe Caspian, com Alvo Dumbledore, diretor de Hogwarts em Harry Potter, com direito a cordãozinho amarrado ao meio da longa barba branca. O figurino (não sei que roupa é aquela) era azul claro, inspirado no Dumbledore, mas sem chapéu.
Ele entrou no carro dela (como assim?) e eles saíram. Eu fui atrás deles mas acabei perdendo o carro. Vi minha tia perto de onde o carro sumiu e passou pela minha cabeça que ela tivesse pegado carona com eles. Virei de costas para ela e me disfarcei entre as pessoas para que ela não visse que eu estava espiando, mas pelo visto ela percebeu e ficou olhando para ver se era eu. Então eu resolvi abrir o jogo, fui até ela e falei "Tá legal, o que é que a Meyer tava fazendo com o Papai Noel, quer dizer, Dumbledore por aí?"
O que ela respondeu? Sei lá, deve ter achado que eu sou louca. Felizmente, ou não, o sonho acabou aí.

terça-feira, 4 de janeiro de 2011


No momento em que eu li esta frase eu não pensei em outra pessoa senão em J. K. Rowling. É simplesmente perfeita para ela, ou melhor, para nós, fans da série, e da literatura em geral.
Eu quero embarcar no Expresso de Hogwarts e tudo que isso significa...


Acho que é uma bela postagem para ser a primeira do ano.
Feliz Ano Novo!, está só no começo...