segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

Aleatório

Hoje eu estava ouvindo música no aleatório no computador. Eu gosto de ouvir música no aleatório para perceber os diferentes (às vezes beeem diferentes) tipos de música que eu gosto. E o engraçado é que vêm as combinações mais bizarras.
Por exemplo, depois de uma música do Rammstein vem uma do Beirut, ou da Lily Allen. Ou quem sabe eu ouça uma música da Carla bruni e depois venha uma do Linkin Park; ou está tocando uma do Green Day e depois uma da Kate Nash, ou Feist, ou Katy Perry, e depois 30 Seconds to Mars ou Arctic Monkeys, ou Panic At The Disco... São inúmeras.
Hoje aconteceu que eu ouvi a música Air do Hans Zimmer, uma música instrumental linda de mais de 9 minutos, da trilha sonora do filme Anjos e Demônios. E depois dela o que veio?... Alguém adivinha?...
Nada mais, nada menos do que Lady Gaga, com a música Love Game, é claro! Porque Lady Gaga e Hans Zimmer tem tudo a ver. Lady Gaga é quase música clássica...
Eu não agüentei, tive crise de riso. E o pior é que eu ainda ouvi Love Game inteira. (Ah, fazia tempo que eu não ouvia essa.) E depois veio o quê? Beirut, lógico! A música era Guyamas Sonora, que eu amo. E depois veio My Chemical Romance... Então, né...
Agora pouco tocou Audioslave – Like a Stone, e depois Ana Carolina – Armazém (riso), e Blink 182 com All The Small Things! Depois de Ana Carolina, ANA CAROLINA, vem Blink 182 com ALL THE SMALL THINGS!, que ridículo! (nova crise de riso)
Enfim...
Agora eu acabo esse texto ouvindo Muse – Feeling Good.
Não, acabou, agora tá tocando Katy Perry – Teenage Dream.

Ps: Se você não conhece os artistas ou músicas que eu falei, não se preocupe, você é normal. Hhm, não que eu não seja...

Heloise e o Gandula

Ontem eu e minha prima Keyte finalmente tomamos vergonha na cara e fomos pra rua, depois de muito tempo, para brincar com a Heloise (minha bola de vôlei).
Eu estava animada, jogando, zoando com ela quando ela não pegava a bola, quando chegou um menininho... muito fofo, bonitinho, muito gentil que pegava a bola pra gente e deixava a gente muito feliz...
Mentira! Um garotinho irritante que pegava a bola e ficava querendo jogar, enchendo o saco, e ainda chutou a bola pra mim de longe quando eu falei para não chutar – eu não gosto que chute porque é bola de vôlei, e não de futebol.
Ele tava andando de bicicleta, parou e ficou pedindo pra gente jogar pra ele, nenhuma de nós jogou, é claro. Então ele voltou a andar de bicicleta e passava toda hora perguntando quem tava ganhando – nós não estávamos competindo, nem contando pontos, só jogando. E ainda falou “quando acabar sou eu”. Aham, tá. Agora senta lá.
A Keyte perguntou “quem tá mais irritada, eu ou você?”, eu falei “eu não to irritada”, fazia tempo que eu não jogava e eu queria me divertir.
Ele ficou passando com a bicicleta entre a gente, e ficou parado no meio.
Ele ainda teve a pachorra (nem sei que diabo é isso) de encostar a bicicleta em mim como se me atropelasse. Eu falei, sem me importar muito, que ele era um péssimo ciclista. Ele achou que eu o estava xingando e entendeu “besta”, eu falei “ciclista”, ele nem sabia o que era, eu falei “esquece” ele respondeu “esquece você”.
Ah, eu mereço...
Teve um momento em que eu falei “Keyte, eu ou você?”, a pergunta na verdade era – eu ou você que vai dar uma bolada “sem querer” nele? Mas dar bolada nos outros “sem querer” é difícil e nós não levamos isso a sério, pena.

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

Diferença
Cada detalhe faz diferença
E o fato
É que o fato não existe

Karol Rocha

sábado, 8 de janeiro de 2011

Só mais um sonho bizarro

No filme Crepúsculo a Stephenie Meyer, autora da série, fez figuração no próprio filme, na cena da lanchonete. Eu sonhei que ela estava em outra cena como figurante, mas o cenário não tinha nada a ver com Crepúsculo, e ela estava aparecendo demais para uma figurante, com vestido e cabelos longos e bonitos. Eu fiquei curiosa e observei. Sim, eu estava na cena - é óbvio, o sonho é meu!
Eu tinha ido ao Shopping (mas parecia uma mistura de Shopping com rodoviária) encontrar uma amiga, e a Meyer estava lá, parecendo estar procurando alguém. Mesmo com uma roupa diferente as pessoas ao redor pareciam nem notá-la, era como se só eu a visse, assistindo ao filme sozinha em casa.
Ela esperou e eu observei. De repente apareceu um homem (provavelmente um mago) que era uma mistura do professor do Caspian, do filme As Crônicas de Nárnia - Príncipe Caspian, com Alvo Dumbledore, diretor de Hogwarts em Harry Potter, com direito a cordãozinho amarrado ao meio da longa barba branca. O figurino (não sei que roupa é aquela) era azul claro, inspirado no Dumbledore, mas sem chapéu.
Ele entrou no carro dela (como assim?) e eles saíram. Eu fui atrás deles mas acabei perdendo o carro. Vi minha tia perto de onde o carro sumiu e passou pela minha cabeça que ela tivesse pegado carona com eles. Virei de costas para ela e me disfarcei entre as pessoas para que ela não visse que eu estava espiando, mas pelo visto ela percebeu e ficou olhando para ver se era eu. Então eu resolvi abrir o jogo, fui até ela e falei "Tá legal, o que é que a Meyer tava fazendo com o Papai Noel, quer dizer, Dumbledore por aí?"
O que ela respondeu? Sei lá, deve ter achado que eu sou louca. Felizmente, ou não, o sonho acabou aí.

terça-feira, 4 de janeiro de 2011


No momento em que eu li esta frase eu não pensei em outra pessoa senão em J. K. Rowling. É simplesmente perfeita para ela, ou melhor, para nós, fans da série, e da literatura em geral.
Eu quero embarcar no Expresso de Hogwarts e tudo que isso significa...


Acho que é uma bela postagem para ser a primeira do ano.
Feliz Ano Novo!, está só no começo...