Razões pelas quais eu simplesmente amo esse livro:
- Eu amo livros. Não foi preciso mais do que o título e uma frase para me convencer a comprá-lo.
- É uma história fictícia ambientada na Alemanha da Segunda Guerra Mundial. Gosto de histórias de guerra. Que mostram a realidade do mundo, o sofrimento de pessoas inocentes e como o ser humano é estúpido - entre outras coisas.
- A única coisa escrita na contra-capa era: Quando a Morte conta uma história, você deve parar para ler.
É isso mesmo, a Morte em pessoa conta a história de Liesel Meminger, uma garotinha sobrevivendo em meio à guerra.
Nossa narradora, a Morte, encontra-se com Liesel, em vida, três vezes. E, de tão impressionada, decide contar sua história, que, segundo ela "é uma dentre a pequena legião que carrego, cada qual extraordiñária por si só. Cada qual uma tentativa - uma tentativa que é um salto gigantesco - de me provar que você e a sua existência humana valem a pena."
Liesel rouba seu primeiro livro da neve,
O Manual do Coveiro, num momento de distração do coveiro na tarde em que seu irmão é enterrado.
*O SIGNIFICADO DO LIVRO*
1.A última vez que ela vira o irmão
2.A última vez que vira a mãe
O segundo ela rouba do fogo...
Só então ela passa a roubar de um lugar mais apropriado para livros.
"Se havia uma coisa a dizer sobre Liesel Meminger, era que seus roubos não eram gratuitos. Ela só furtava livros com base no que sentia ser uma necessidade de tê-los."
Aos 9 anos de idade, quando chega à rua Himmel, na casa de Hans e Rosa Hubermann, seus pais adotivos, Liesel mal sabia ler e escrever. É seu pai, Hans, quem a ensina.
Mas os livros sempre exerceram um grande fascínio sobre a menina. Ela precisava de palavras... tinha fome delas.
"Ela era uma menina.
Na Alemanha nazista.
Como era apropriado que descobrisse o poder das palavras!"
"...Era o livro que ela queria. O Assobiador. Não suportaria que ele lhe fosse dado por uma velha solitária e patética. Roubá-lo, por outro lado, parecia um pouco mais aceitável. Roubá-lo, em certo sentido doentio, era como merecê-lo."
Palavras de sua narradora:
"Esqueça a foice, diabos, eu precisava era de uma vassoura ou um rodo. E eu precisava de umas férias.
*UMA VERDADEZINHA*
Eu não carrego gadanha nem foice.
Nem tenho essas feições de caveira que vocês parecem gostar de me atribuir à distância.
Quer saber o meu verdadeiro rosto?
Eu ajudo:
Procure um espelho enquanto eu continuo."
*UMA OBSERVAÇÃO PEQUENA*
PORÉM DIGNA DE NOTA
Ao longo dos anos,
vi inúmeros rapazes que pensam
estar correndo para outros rapazes.
Não estão.