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quinta-feira, 30 de janeiro de 2014

Multiplico-me em pensamentos, desejos,
Amor e angústia.
Vivendo de sonhos, eu morro.
E morro a cada vez que me escapas.

quarta-feira, 8 de junho de 2011

Sectumsempra

You got it. You made me wish to reward you for all my tears, with Sectumsempra. Do you know what it is? No, you don’t. I had never felt so vindictive. You arouse the worst in me. 
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See this? You get me worse than that. It’s not my body. You hurt my soul, break my heart, stain my spiritCrucio is not enough for it. You have to bleed, like I cried, because of you.
I don’t know if I want you dead, or alive to torture for your sins. Because nothing is how it has to be. Everything is so wrong. I don’t belong you. And you don’t belong me.
But no, I don’t want you to die. You couldn’t have changed me at this level. I Just want our ways to separate FOREVER. I just want to look at you and only feel shame for the poor soul and hopeless life you have.
I’m not what you make of me. That’s the reason I suffer a lot. I’m an iceberg for you, but you don’t know well not even the top of the surface. You don’t know 1% of me.
You know what? You don’t have any clue of how many tears I shed. And you never will.

Ps: Eu escrevi esse texto em inglês de propósito. Revisei e escolhi as palavras com cuidado. E eu não vou traduzir, sinto muito.

terça-feira, 7 de junho de 2011

Eu já chorei à noite, atormentada por uma história. Querendo entrar nela, mudá-la, fazer as coisas de um modo diferente. Mas se fosse diferente, não haveria história. Se não fosse triste, não haveria história. E eu não a conheceria, não sofreria, não amaria. Se o amor fosse possível, ele não existiria.

quarta-feira, 20 de abril de 2011

Ameaça constante

A Keyte se irritou com algo que eu disse ou fiz, não me lembro.
"Karol, eu já disse que vou te matar hoje?"
Eu respondi "Não. Hoje não."
"Hoje não?"

Depois eu perguntei "Quantas vezes você vai me matar depois de Relíquias da Morte parte II?"
Ela suspirou e disse "Olha... Você vai ter que ter disposição"

quinta-feira, 3 de março de 2011

J. Killer



A Keyte estava lendo “A Ordem da Fênix” e comentou comigo que se emocionou quando o Lupin aparece (eu amo o Lupin e eu também me emocionei).
Depois, conversa vai, lembrança vem, e sabendo o que acontece no final desse, do sexto e do sétimo, ela disse que a J. K. deveria ser presa, por matar tanta gente. É claro que eu achei um absurdo, mas faz sentido, e não pude me impedir de rir. Eu respondi “Tanta gente boa, né.” Ela completou “não é à toa que o apelido dela é J. Killer.”
Depois de um momento em silêncio, eu pensei em voz alta “A mãe dela devia ser uma grande mulher.” Disse isso porque, em entrevista à Oprah Winfrey, J. K. disse que não é exagero dizer que se a mãe dela não tivesse morrido, Harry Potter não seria a mesma coisa, que a morte dela está em uma ou outra página de Harry Potter. Eu acho que ela mentiu – está em muitas.
Em resposta ao meu pensamento a Keyte falou, com uma inegável pontada de raiva na voz “Tinha que ser mesmo, pra ela matar tanta gente!”

segunda-feira, 21 de junho de 2010

A função principal da arte não é, comumente se imagina, expor ideias, difundir concepções ou servir de exemplo. Mas o objetivo da arte é preparar uma pessoa para a morte, arar e cultivar sua alma, tornando-a capaz de voltar-se para o bem.
Tarkovski

quarta-feira, 9 de junho de 2010

O pássaro azul

Hoje a aula de Inglês estava nada menos do que entediante. Eu amo Inglês, mas isso eu já vi às avessas, não estou aprendendo nada de novo. A professora deixou uma aula inteira para as pessoas estudarem para a prova na aula seguinte (depois do intervalo). Como eu não estava fazendo nada, no final da aula, quando deu a hora do intervalo, eu virei para a Juliana (blog Tô com tédio) e falei "Ju, vamos fazer uma história? Por favor, eu quero fazer alguma coisa"... E nós fizemos esta história - o que está em verde eu que escrevi. O que está em azul a Juliana escreveu.

A menina olhava pela janela. Estava observando um pássaro azul quando escutou uma voz desesperada que a chamava urgentemente vindo do corredor.
Ela olhou surpresa, saiu correndo e o que viu foi realmente assustador: sua irmã estava caída no chão com uma aranha enorme que subiu em sua perna e picou-lhe na coxa.
Ela imediatamente desmaiou, e a aranha fugiu pela janela do quarto dela. Quando acordou percebeu que o passarinho azul que vira anteriormente estava cantando tristemente pousado em seu ombro. Ela então chorou o luto por sua irmã, tendo como companhia apenas aquele passarinho de olhos tristes e profundamente humanos.
Mas de repente, olhando atentamente, ela percebeu que apesar de o canto do passarinho ser triste, seus olhos olhos não eram tão humanos assim... eram estranhos, maliciosos, chegavam a assustar... Então ela compreendeu que aquele era um ser perturbado, que já tinha visto coisas muito mais horríveis do que uma simples morte infantil.
Mas ela também estava perturbada e, num surto de cólera, resolveu afogar o pássaro num copo de água. Só que ele não se abalava com pouco. Era um sobrevivente. E resistiu até a menina cansar.
Ela, exausta, soltou o passarinho. E quando o fez, era um lindo peixe azul que estava no copo d'água.

Por Karol Rocha e Juliana Teixeira

terça-feira, 8 de junho de 2010

Crônicas de Vida e Morte

Chronicles Of Life And Death
Good Charlotte

Você vem pra cá com frio
Você está coberto de sangue
Eles estão todos tão felizes que você chegou
O médico corta o seu cordão
Te entrega pra sua mãe
Ela te liberta pra essa vida
E pra onde você vai?
Sem destino, sem mapa pra te guiar
Você não saberia
Que não importa todos nós terminamos do mesmo jeito

Refrão:
Essas são as crônicas da vida e morte
E tudo que está entre isso
Essas são as histórias das nossas vidas tão ficcionais quanto elas podem parecer
Você vem pra esse mundo
E vai embora dele do mesmo jeito
Hoje poderia ser o melhor dia da sua vida

E dinheiro fala, nesse mundo isso é o que os idiotas dirão
mas você descobrirá, que esse mundo é só um desfile de idiotas
Antes que você vá
Você tem algumas perguntas que você quer respondidas
Mas agora você está velho, com frio, coberto de sangue
E bem de volta de onde começou

Refrão:
Essas são as crônicas da vida e morte
E tudo que está entre isso
Essas são as histórias das nossas vidas tão ficcionais quanto elas podem parecer
Você vem pra esse mundo
E vai embora dele do mesmo jeito
Hoje poderia ser o pior dia da sua vida

Mas essas são as crônicas da vida e morte
E tudo que está entre isso
Essas são as histórias das nossas vidas tão ficcionais quanto elas podem parecer
Você vem para esse mundo
E vai embora dele do mesmo jeito
Hoje poderia ser o melhor dia da
Hoje poderia ser o pior dia da
Hoje poderia ser o último dia da sua vida
É a sua vida
Sua vida

sábado, 17 de abril de 2010

O Lutador Judeu, o Ladrão de Céus

Mais um personagem especial de A Menina Que Roubava Livros


*UMA IDÉIA BONITA*
Uma roubava livros.
O outro roubava o céu.

"Quando um judeu aparece no seu local dse residência nas primeiras horas da madrugada, bem napátri da nazismo, é provável que você experimente níveis extremos de incômodo. Angústia, incredulidade, paranóia. Cada uma desempenha seu papel, e cada uma leva à suspeita furtiva de que uma consequência não propriamente paradisíaca lhe está reservada no futuro. O medo reluz. Implacável, nos olhos."

"A vida se alterara da maneira mais louca possível, porém era imperativo que eles agissem como se não tivesse acontecido absolutamente nada.
Imagine sorrir depois de levar um tapa na cara. Agora, imagine fazê-lo vinte e quatro horas por dia.
Essa era a tarefa de esconder um judeu."

*UMA TURNÊ GUIADA PELO SOFRIMENTO*

À sua esquerda, talvez à sua direita, ou até direto em frente, você encontrará um quartinho escuro.
Nele está sentado um judeu.
Ele é a escória.
Está morrendo de fome.
Sente medo.
Por favor, procure não desviar os olhos.




*A TROCA DE PESADELOS*

A menina: Diga, o que você vê quando sonha assim?
O judeu: ...Eu me vejo virando as costas e dando adeus.
A menina: Também tenho pesadelos.
O judeu: O que você vê?
A menina: Um trem, e meu irmão morto.
O judeu: Seu irmão?
A menina: Ele morreu quando eu me mudei para cá, no caminho.


*AS SAUDAÇÕES NATALINAS DE MAX VANDENBURG*

-Muitas vezes, Liesel, eu gostaria que isso tudo acabasse, mas aí, de algum modo, você faz uma coisa como descer ao porão carregando um boneco de neve.

segunda-feira, 12 de abril de 2010

A Menina Que Roubava Livros




Razões pelas quais eu simplesmente amo esse livro:

  1. Eu amo livros. Não foi preciso mais do que o título e uma frase para me convencer a comprá-lo.
  2. É uma história fictícia ambientada na Alemanha da Segunda Guerra Mundial. Gosto de histórias de guerra. Que mostram a realidade do mundo, o sofrimento de pessoas inocentes e como o ser humano é estúpido - entre outras coisas.
  3. A única coisa escrita na contra-capa era: Quando a Morte conta uma história, você deve parar para ler.
É isso mesmo, a Morte em pessoa conta a história de Liesel Meminger, uma garotinha sobrevivendo em meio à guerra.
Nossa narradora, a Morte, encontra-se com Liesel, em vida, três vezes. E, de tão impressionada, decide contar sua história, que, segundo ela "é uma dentre a pequena legião que carrego, cada qual extraordiñária por si só. Cada qual uma tentativa - uma tentativa que é um salto gigantesco - de me provar que você e a sua existência humana valem a pena."

Liesel rouba seu primeiro livro da neve, O Manual do Coveiro, num momento de distração do coveiro na tarde em que seu irmão é enterrado.


*O SIGNIFICADO DO LIVRO*


1.A última vez que ela vira o irmão


2.A última vez que vira a mãe



O segundo ela rouba do fogo...
Só então ela passa a roubar de um lugar mais apropriado para livros.

"Se havia uma coisa a dizer sobre Liesel Meminger, era que seus roubos não eram gratuitos. Ela só furtava livros com base no que sentia ser uma necessidade de tê-los."

Aos 9 anos de idade, quando chega à rua Himmel, na casa de Hans e Rosa Hubermann, seus pais adotivos, Liesel mal sabia ler e escrever. É seu pai, Hans, quem a ensina.
Mas os livros sempre exerceram um grande fascínio sobre a menina. Ela precisava de palavras... tinha fome delas.

"Ela era uma menina.
Na Alemanha nazista.
Como era apropriado que descobrisse o poder das palavras!"

"...Era o livro que ela queria. O Assobiador. Não suportaria que ele lhe fosse dado por uma velha solitária e patética. Roubá-lo, por outro lado, parecia um pouco mais aceitável. Roubá-lo, em certo sentido doentio, era como merecê-lo."


Palavras de sua narradora:

"Esqueça a foice, diabos, eu precisava era de uma vassoura ou um rodo. E eu precisava de umas férias.

*UMA VERDADEZINHA*
Eu não carrego gadanha nem foice.
Nem tenho essas feições de caveira que vocês parecem gostar de me atribuir à distância.
Quer saber o meu verdadeiro rosto?
Eu ajudo:
Procure um espelho enquanto eu continuo."



*UMA OBSERVAÇÃO PEQUENA*

PORÉM DIGNA DE NOTA
Ao longo dos anos,
vi inúmeros rapazes que pensam
estar correndo para outros rapazes.
Não estão.
Eles correm para mim.


"Os seres humanos me assombram."


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O lutador judeu, oladrão de céus
A Mulher do Prefeito
Livros que falam de livros