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quarta-feira, 19 de maio de 2010

Ela me odeia. No fundo, ela me odeia. Ela não sabe, mas odeia.
Eu não queira entrar na vida dela. Eu não queira estar nela. Eu não queria estragá-la. Eu não queria mudar nada.
Sua voz é como facas que saem de sua boca diretamente para mim. Uso meu escudo e então ela se diz vítima. Não, ela não é culpada. É claro que não. É a vida.
A verdade é que ela tem raiva. Raiva de si mesma por ser fraca. E me culpa por não ser igual a ela. Não posso dizer que sinto muito. Eu sinto. Mas não por não ser igual. Justamente pelo contrário. Não sou igual. E tenho um desejo incontrolável de não ser nunca, jamais, igual a tal pessoa.
Por que, ao invés de facas, não saem rosas de sua boca?

quinta-feira, 6 de maio de 2010

La Vie en Rose???

França, Brasil. Presença, ausência. Memórias e raízes.
Perdas e conquistas. Distâncias. Quem sou eu e se sim, quantos?
E como ir para frente sem perder o rumo?
Poder começar tudo de novo?
Não somos o que deveríamos ser,
não somos o que desejamos ser, não somos o que iríamos ser,
mas ainda bem que somos o que éramos.

Michael Bugdahn

segunda-feira, 19 de abril de 2010

La Vie En Rose???

Espetáculo da Companhia de Danças de Diadema
no qual estão presentes meus professores Zezinho e Juliana, e minha ex-professora Thaís.
♥♥♥lindo♥♥♥lindo♥♥♥lindo♥♥♥lindo♥♥♥lindo♥♥♥lindo♥♥♥lindo♥♥♥lindo♥♥♥lindo♥♥♥lindo♥♥♥



veja o vídeo no YouTube: http://www.youtube.com/watch?v=zDjYxYXBqGc&feature=player_embedded
site da Companhia: http://www.ciadedancas.apbd.org.br/

"Are we human, or are we dancers?"

sábado, 27 de fevereiro de 2010

Delicada como a rosa, misteriosa como o vento


Algum tempo depois, pensando sobre o poema, eu percebi que, como numa corrente de amizade e admiração, isso é exatamente o que eu penso de uma outra amiga - "delicada como a rosa, misteriosa como o vento". E que quanto mais a conheço, mais misteriosa é. Como alguém que li num livro. Alguém de quem não conheço totalmente a história, mas foi suficiente para me impressionar.

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

Karoline

Ela traz em si uma poesia que me faz chorar;
Delicada como a rosa, misteriosa como o vento.
Ah(suspiro), minha doce Karoline.

Natiélly Meinerz, amiga e atriz

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010

Comme fanent les roses

On me dit que nos vies ne vallent pas grand chose,

Elles passent en un instant comme fanent les roses.



Disseram-me que nossas vidas não valem grande coisa

Elas passam em instantes como murcham as rosas.



música Quelqu'un M'a Dit, Carla Bruni