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domingo, 28 de outubro de 2012

Longa Estrada


Sonhei com essa estrada umas três ou quatro vezes.  Nem sempre eu via as mesmas coisas, mas sabia que é a mesma, ela é muito longa, levam-se horas para chegar ao fim. Das primeiras vezes eusó pensei “De novo essa estrada? Por que será?”.E não pensava no que poderia significar.
É uma espécie de trilha, e a paisagem é linda, muitas árvores, vez ou outra um riacho, e pedras. Na estrada, declives, inclinações, passagens traiçoeiras, vários lugares fáceis de escorregar e cair; obstáculos, muitas curvas. Era uma estrada que levava para cima, devagar e difícil de subir – poucas pessoas se aventuravam–, e quanto mais alto, mais fácil era tropeçar e cair.
Mesmo sendo um sonho, eu não sei como não me cansei. Eu não vi o tempo passar, mas sei que foram horas. E eu não me lembro de ter passado por dificuldades. Era preciso manter o equilíbrio durante todo o percurso, e eu mantive.
Quando se chegava ao topo, a paisagem era maravilhosa. O espaço no ponto mais alto era pequeno (facílimo de alguém se jogar/cair dali e morrer), mas a vista era enorme, diferente de poucos metros atrás, onde é mais baixo.E é triste quando uma pessoa chega perto do fim e percebe que falta pouco, e não tem mais para onde ir, e que terá de voltar de qualquer maneira. Então, morto de cansaço, não dá aqueles últimos passos, mas simplesmente vira as costas e volta, pensando que o passeio não valeu a pena. Deixou o melhor para trás, não sabe o que perdeu. Eu estive lá, e aproveitei a paz que ali reina.

P.s.: Esse sonho é do ano passado, mas eu não tinha escrito como gostaria.


terça-feira, 4 de janeiro de 2011


No momento em que eu li esta frase eu não pensei em outra pessoa senão em J. K. Rowling. É simplesmente perfeita para ela, ou melhor, para nós, fans da série, e da literatura em geral.
Eu quero embarcar no Expresso de Hogwarts e tudo que isso significa...


Acho que é uma bela postagem para ser a primeira do ano.
Feliz Ano Novo!, está só no começo...

quarta-feira, 21 de julho de 2010

Tédio e HP

Olá pessoas,
desculpem eu ter andando meio sumida... mas não é porque eu esteja viajando, não. Muito pelo contrário...
Minhas férias estão tediosas... simplesmente tediosas, como são todas as férias de julho em que eu não viajo.
A única coisa de útil que eu fiz nessas férias foi algo que meu pai considera totalmente inútil*, ler Harry Potter e As Relíquias da Morte, o último da série e o primeiro que li - bom, não deixa de ser uma viagem, pensando bem. Faz dias que eu terminei e agora estou ansiosa pelo filme, a primeira parte sai em novembro, shit!
Mas eu não vou falar sobre Harry Potter com vocês, é melhor conversar com alguém que já leu, porque eu não quero contar os segredos do livro. Já contei alguns para minha prima que está lendo, e às vezes eu quero comentar algo sobre o final, mas eu lembro que ela ainda não sabe e me seguro.
É contra os meus princípios de leitora contar o final de um livro. Conto apenas em raras ocasiões, como, por exemplo, se a pessoa não for mesmo ler o livro. E na verdade eu já sabia parte do final, porque minhas queridas amigas que já leram há sei lá quanto tempo não se importaram em conversar na minha frente, e também por coisas que eu li no Atormente o Snape. Mas, mesmo assim, eu ainda tive muitas surpresas, então tá bom.

*meu pai acha Harry Potter inútil, não o gosto pela leitura.

terça-feira, 23 de março de 2010

Natal Estrelado

Quando eu viajo, gosto sempre de olhar a paisagem, e só durmo quando não tem mais nada pra ver - durmo pouco. Nessas últimas férias eu viajei sozinha pela primeira vez.
Passei o natal no ônibus :-(
Mas não foi de todo ruim - eu vi as estrelas *,*
Eram tantas, como não se vê mais no céu de São Paulo, devido à poluição.
Imaginei diversas imagens, inclusive prédios - o que é bem bizarro e irônico.
À meia-noite, eu estava vendo as estrelas...

Horizonte

Quando eu era pequena e viajava de férias para a Bahia, eu ficava olhando o horizonte, para o lugar onde o céu encontra-se com a terra. E imaginava se poderia tocar o céu; pensava em quanto teria que andar até chegar lá. Mas o ônibus andava, andava e esse lugar nunca chegava...