terça-feira, 13 de setembro de 2011

Padre do Capeta! Jesus!


Dias atrás eu estava vendo A Garota da Capa Vermelha com a Keyte. Eu queria ver esse filme desde antes da estreia, porque eu gostei do trailer, gostei da história. Mas devo confessar que o principal motivo foi, provavelmente, o Gary Oldman. Eu só o conhecia como Sirius Black, e precisava ver outro filme com ele.
Nesse ele faz um padre, muito bonito, diga-se de passagem. (“Keeeyte, ele tá lindo de padre.”) Um padre não muito comum, devo dizer.  Para começar, quando ele sai da carruagem, saem duas crianças correndo atrás dele chamando-o de pai. Eu já comecei a rir. Nada contra, acho que ele tem todo o direito. Só é incomum.
Então, ao longo do filme eu já havia dito “Esse padre é do mal”, e “Esse padre não é muito católico.”, e chamei-o também de ditador. Mas quando ele enfiou a faca em um homem pela 2° vez eu não aguentei, e soltei a pérola que dá nome a esse texto: “Padre do Capeta! Jesus!”
E logo após dizer essas palavras eu fiquei... digamos, absorta, confusa pelo que eu havia dito. Minha prima também percebeu e, depois de um momento, falou:
- Você misturou agora três coisas...
- Eu sei, eu percebi o que eu disse.
-... numa só frase.
- Eh, minha frase foi tensa. Às vezes eu tenho medo de mim, sério.
E então eu me levantei e voltei alguns segundos do filme para ver o que eu tinha perdido por causa do meu jeito... um tanto quanto peculiar de xingar.